Páginas

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Zim é a certeza de mais sucesso no mercado”, avalia corretor


Em um café da manhã da Zim, na última quinta-feira (25), em Maceió (AL), cerca de trinta corretores participaram de uma palestras para esclarecer suas principais dúvidas. Atento desde o inicio da reunião,  Moacir Vanderlei, da S.L.M.V Corretora de Seguro, afirmou que quem participou do encontro saiu ganhando. “Conseguimos ter um conhecimento mais detalhado do Zim e a certeza que vamos ter muito mais sucesso no mercado tendo como suporte a plataforma”, revelou

A palestrante da ocasião, Naiara Jappe, Superintendente Comercial da Zim, avaliou a reunião como “um momento rico para a categoria”. Agradecido pelo evento, o Presidente do Sincor-AL, Edmilson Ribeiro, falou da importância das novas soluções tecnológicas para o Corretor e agradeceu o momento.

Confira o vídeo




O que é a plamataforma ZIM, da WIZ

A WIZ, antiga Par Corretora, levou um baque em 10 de agosto, quando a acionista Caixa Seguradora comunicou à francesa CNP Assurances a decisão de encerrar em 14 de fevereiro de 2021 o acordo operacional que disciplina o acesso exclusivo por parte da Caixa Seguros Holdings e suas controladas à rede de distribuição da Caixa. No dia seguinte ao anúncio, o valor do papel despencou quase 20%.

No dia 30 de setembro, a Caixa Seguridade e CNP Assurance assinaram um memorando de entendimento, no qual não ficou claro se ele beneficia ou não a corretora. Por isso, as ações seguiram na direção de queda, com baixa de 4% no dia do anúncio.

Uma saída rápida e estratégica foi criar uma plataforma de vendas para os corretores, a ZIM, anunciada no 20o. Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, por Armando Vergilio, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor) e João Silveira, CEO da Wiz.

Vários corretores expressaram desconfiança e decepção com tal parceria. Vários grupos de WhatsApp foram criados para dar vazão as expressões de contrariedade. Vou poupar todos desses detalhes. Mas vou escrever um resumo do que boa parte deles me disse sobre o tema.

“Assustada com a perda do balcão da Caixa diante das negociações com a francesa CNP que ficou com vida, previdência, prestamista e consórcios, e também com as tratativas de bancos que buscam atrair novos players para exploração do canal bancário para venda de seguro automóvel, patrimonial e habitacional, a Wiz decidiu criar um novo mercado para mostrar aos analistas e assim estancar a desvalorização das ações. Diz a eles que caso venha a perder o balção Caixa, tem agora potenciais 70 mil corretores (número que deverá cair bem após o fim do recadastramento da Susep), principais canais de distribuição das seguradoras. Só que temos no mercado outras plataformas, independentes, que no último ano lutam para conquistar o reticente corretor. Imagina apostar que eles vão aderir a uma plataforma que tem a Caixa, acionista da Youse, na composição acionária? Achamos difícil, mas …”.

Release divulgado pela Fenacor afirma que a federação “sempre trabalha acreditando que os corretores de seguros são, por vocação, profissionais que não temem inovar. Dessa forma, surgiu a parceria com a WIZ que está gerando o ZIM, a maior e melhor plataforma de inclusão digital e de negócios do País. Algo que permitirá ao corretor, de qualquer porte, de qualquer região do País, vender mais, fortalecer o seu relacionamento com os segurados e conquistar novos clientes, com a utilização de robustas e modernas ferramentas tecnológicas.”

A nota da Fenacor também afirma que a adesão e manutenção para as corretoras associadas a qualquer um dos Sincor’s filiados a Fenacor será gratuita por um bom tempo. Vai aderir quem quiser. E, se não gostar, pode desistir da adesão. “A Federação se assessorou de um grande escritório de advocacia especializado para formatar um contrato que assegura todas as garantias, preservação e segurança, além de várias proteções como a inviolabilidade de dados e informações para o corretor de seguros, inclusive e principalmente, preservando a integridade da sua carteira de clientes.”

Enfim, vamos acompanhar para ver como fica. Em tempo de economia digital e “disrupção”, tudo pode acontecer. Quem iria imaginar que o Spotify levaria gravadoras à falência, o Netflix acabaria com as locadoras de vídeos, que o Booking complicaria tanto a vida das agências de turismo, o OLX reduziria os classificados dos jornais e que o Nubank estremeceria o sistema bancário tradicional.

Fonte: CQCS e Sonho Seguro

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Nove mil corretores podem ter registros suspensos


Mais de nove mil corretores de seguros correm o risco de ter seus registros suspensos. O alerta foi feito pelo Ibracor, com base no elevado número de profissionais que iniciaram o seu pedido de recadastramento e não o finalizaram (1.285) e de pedidos que estão finalizados, mas que não foram acompanhados e estão em exigência (8.179), aguardando o cumprimento de providências.

A diretoria do Ibracor enviou e-mail para os corretores de seguros que estão nessas situações, alertando-os da importância do procedimento que deve ser adotado o quanto antes.

A autorreguladora adverte que os pedidos que permanecerem nas situações descritas por um período superior a 60 dias poderão ser “indeferidos”. Consequentemente, os registros dos respectivos corretores serão “suspensos”.

Em caso de dúvidas, acesse o Portal doIbracor, para visualizar o passo a passo detalhado sobre o recadastramento. O mesmo canal pode ser utilizado para obter mais informações sobre a solicitação de carteira de identidade profissional.

Há, também, linhas diretas para o atendimento aos corretores nos telefone

Susep
(21) 3233-4146
(21) 3233-4045

Ibracor
(21) 3509-7070

E-mail
faleconosco@ibracor.org.br.


Fonte: CQCS

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O Bate-Papo agora é com os Gerentes de Seguradoras

Na última terça-feira aconteceu o BATE-PAPO bastante produtivo com os corretores de seguros, o resultado do encontro foi de sugestões e ideias para melhorias no mercado regional.

O presidente do Sincor/PA, João Braga e a sua diretoria, dando avanço no planejamento estratégico da entidade, realizará, no dia 17 de janeiro (quarta-feira), às 17h, um bate-papo com os gerentes de seguradoras.

“Queremos debater sobre assuntos do interesse de todos no mercado de seguros, com o OBJETIVO de melhorar o ambiente para novos NEGÓCIOS”. Declarou João Braga, presidente do Sincor/PA.


Fonte: Sincor/PA.

Atuação do Corretor de Seguros diminui chances de fraudes

As tentativas de fraude não são exatamente uma novidade para os profissionais do mercado segurador. De acordo com levantamento da CNseg, em 2015 as fraudes comprovadas em seguros gerais corresponderam a quase 2% dos sinistros. Em 2014, as fraudes comprovadas representaram uma perda de R$ 448 milhões, 1,7% dos sinistros avisados.
A matéria “DIG esclarece crime contra taxista e revela plano de falso assalto e tentativa de lucro com seguro de veículo” publicada pelo G1 no último sábado (13) e reproduzida pelo CQCS nesta segunda-feira (15), portanto, é mais um caso em meio a tantos outros.

Mas, para o vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber, há uma importante lição que o setor pode tirar disso tudo. “Sem dúvida nenhuma, se você consultar qualquer seguradora, a produção do seguro de automóvel que vem por meio do corretor tem uma sinistralidade melhor do que a que vem por outros canais”, destaca o dirigente, completando em seguida: “O corretor de seguros é quase como um filtro daquele segurado. Ele conhece o histórico, a vida do segurado, sabe onde ele mora. Até pode acontecer uma fraude, mas a tendência é muito menor, principalmente como essa, que é uma fraude grave”.

Boris Ber afirma que faz parte do trabalho do corretor de seguros a conscientização do segurado. “O corretor tem interesse em trazer um bom negócio para a companhia, até para não ser cortado, obter um bom resultado, ser bem tratado e conseguir melhores margens para negociação. Então, desde o início do processo, na hora de preencher o perfil, ele orienta o segurado a ser transparente com a seguradora”, enfatiza o vice-presidente do Sincor-SP.


Fonte: CQCS | Ivan Netto

Novo e promissor nicho para o Corretor de Seguros

O título de garantia locatícia abriu um novo e promissor nicho de negócios para corretores de seguros. A afirmação foi feita por Gustavo Rosa, membro da Comissão Atuarial da FenaCap, em entrevista ao Portal da CNseg. Segundo ele, com esse produto, o corretor tem a oportunidade de ampliar suas carteiras, negociando diretamente com as imobiliárias e gerando melhores resultados. “A locação passa a ser uma alternativa e os corretores podem fechar novos negócios com a inclusão do produto de garantia locatícia nos seus portfólios”, acrescenta o executivo.

Ele revela ainda que as vendas desse produto vêm crescendo rapidamente. De janeiro a setembro de 2017, os títulos de capitalização que substituem o fiador nas transações de alugueis comerciais e residenciais arrecadaram R$ 958,2 milhões, o que corresponde a 7,55% do volume da modalidade tradicional, da qual o produto faz parte.

Gustavo Rosa explica que esse título funciona da seguinte forma: o inquilino adquire um título de capitalização e o valor é negociado diretamente com a imobiliária ou com o proprietário.  “Quando a locação terminar, o inquilino receberá de volta 100% do valor corrigido pela TR, caso entregue o imóvel nas mesmas condições encontradas”, observa.

Além disso, o locatário ainda tem direito a participar de sorteios ao longo de toda a vigência do título de capitalização e, em muitos casos, dispor de uma cesta de serviços que inclui chaveiro, eletricistas, etc.

A tendência é de consolidação da tendência de aumento da procura pelo produto, até porque, como a retração econômica provocou uma queda na venda de imóveis residenciais e comerciais nos últimos anos, muitos proprietários optaram por alugar seus imóveis, como forma de garantir uma renda extra e deixar de arcar com despesas de condomínio.

A queda recente no valor médio dos alugueis fez com que esse mercado ganhasse ainda mais fôlego, favorecendo o crescimento do mercado de títulos de capitalização para garantia locatícia, que dispensa a figura do fiador.


Fonte: CQCS com informações da CNseg

sábado, 4 de novembro de 2017

Expressões “seguro pirata” e “seguro marginal” desagradam apoiadores de associações.

Susep-1

O discurso de Gabriel Borges, representante da Federação Nacional das Associações de Benefícios do Estado de Goiás (FEAB-GO) na audiência pública sobre o PL 3139/15, realizada no dia 24 de outubro, na Câmara dos Deputados, demonstrou que as expressões “seguro pirata” e “seguro marginal” vêm incomodando os integrantes de associações e cooperativas. “Fui chamado aqui para falar sobre as associações de socorro mútuo, e o meu objetivo aqui é demonstrar para vocês a legalidade. Vejo principalmente os Sindicatos dos Corretores de Seguros dizerem que é algo marginal, pirata e que não é legal. Então, o meu papel é mostrar que essa argumentação está equivocada”, disse na abertura de sua fala.

Segundo Borges, as associações de socorro mútuo são diferentes de empresas de proteção veicular. “Uma associação de socorro mútuo é basicamente um grupo de pessoas que se reúne com o objetivo de dividir despesas já ocorridas, exclusivamente entre esses membros”, disse durante o encontro, completando em seguida: “E a Constituição Federal garante, nos Direitos do Cidadão, a liberdade de associação. O Código Civil também traz, em seu artigo 53, os requisitos que devem ser respeitados para se fundar uma associação. E sobre especificamente as associações de socorro mútuo, o decreto-lei 73, de 1966, que criou a própria Susep, traz, na sua parte final, que essas associações ficam excluídas do regime do seguro empresarial”.

O deputado federal Lucas Vergílio (SD-GO) rebateu o representante da FEAB-GO. “Para mim vocês fazem seguro, sim. Todos os princípios de seguros são adotados por as associações e cooperativas, inclusive o princío básico do seguro, que é o mutualismo. Mas você também tem tranferência de risco, um risco tangível, mensurável, algo que é incerto, futuro, independente da sua razção, um pagamento para que você possa dividir esse risco com os demais. Então, do ponto de vista técnico isso é seguro. Querem dar outro nome? Tudo bem, mas continua sendo seguro”, destacou.

Firme, o deputado goiano ainda enfatizou: “E seguro tem regras. O mercado de seguros é regulamentado, fiscalizado e supervisionado no mundo inteiro, não apenas no Brasil. E isso tem vários motivos: primeiro porque você está lidando com o patrimônio das pessoas, depois porque você está lidando com a vida das pessoas e, por fim, porque você está lidando com a poupança interna do nosso país”.

Segunda audiência

O PL 3139/15, de autoria Vergílio, criminaliza a atuação das chamada proteção veicular e proíbe associações e cooperativas ou clubes de benefícios de comercializarem contratos de natureza securitária, estará em debate novamente no dia 9 de novembro, a partir das 9h30, na Câmara dos Deputados – Anexo II, Plenário 03.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas em http://www2.camara.leg.br/

Espaço Cultural Porto Seguro inaugura a exposição “Tempo Presente”.

Porto-Seguro-Luchetti-300x169

Na noite de ontem, 31 de outubro, aconteceu o coquetel de abertura da exposição “Tempo Presente”, que abre para visitação pública hoje, 1º de novembro, com curadoria de Amanda Dafoe e Rodrigo Villela, e expõe instalações de artistas como Tomie Ohtake, Nazareno e Laura Belém, que convidam para ter uma experiência com a arte, fazendo com que o público deixe a contemplação somente passiva. Porto-Seguro-Luchetti-300x169

Para Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, a arte é fundamental, pela sensibilidade e olhar diferenciado pelo mundo e isso deve ser trabalhado pela educação de base. “A relação do brasileiro com a arte ainda deixa muito a desejar, mas estamos aqui para incentivar essa relação da experiência com a arte e com o artista”.

Luchetti conta que a Porto sempre se envolveu com a arte, começando pelas artes cênicas, com a arte plástica por meio da fotografia e depois derivando para espaços expositivos, até chegar a este espaço cultural. “A nossa relação com a arte passa um pouco por essa questão da sensibilidade, do seu olhar para o outro, que é muito do que a Porto Seguro faz, do cuidado, de repor o patrimônio, de ser preventivo”.

Esse conceito de altruísmo, segundo Luchetti, já existe dentro dos modelos de negócios da companhia. “Temos um conceito muito importante de altruísmo e a arte é isso, sensibilidade, criatividade, o que tem a ver com os negócios, que devem ser inovadores. A arte inspira e, de certa forma, fortalece nossa maneira de tocar nossas relações profissionais”.

Fonte: Revista Cobertura